Se não me engano é do Professor de História David N, da Universidade Federal doTocantins e sua tese é justamente sobre a colonização na Ilha do Bananal.
É um pouco longo mas vale apena, muito interessante..
Minha indicação sobre o que escutar enquanto estiver fazendo a leitura, qualquer música para download deste site, ehehe, e para comer, pipoca.
Uma história esquecida – a revolta dos fabricantes de móveis de Acaju da Ilha dos Bananais no Séc. XIX.
" El tiempo consume la memoria de las cosas..."
Pedro Cieza de Léon.
“ A história hoje não é senão a malha fina do lembrado por cima do oceano do esquecido, mas o tempo avança e chegará a época dos milênios passados que a memória limitada dos indivíduos não poderá mais abraçar, assim séculos e milênios cairão em painéis inteiros, séculos de quadros e de música, séculos de descobertas, de batalhas, de livros, e isso será ruim porque o homem perderá noção de si mesmo e sua história, inatingível, inacabável, se reduzirá a alguns sinais esquemáticos desprovidos de sentido”
Milan Kundera - A Brincadeira
A tarde já ia alta naquele dia 26 de um julho seco do Planalto Central. O ano era 1773, e naqueles tempos se afastar do litoral era uma aventura, mas ora se não foi mesmo de aventura em aventura que se constituiu muito além do que determinava o tratado de Tordesilhas o território deste país Brasil, e o sertanista José Pinto Fonseca estava prestes a ter o retorno de sua aventura, porque foi nessa tarde alta de 26 de Julho de 1773 que ele, navegando o rio Araguaia, se deparou com a maior ilha fluvial do mundo, a Ilha do bananal.
O primeiro relato que temos dando notícias da Ilha do bananal foi feito pelo próprio sertanista e data de 1775. Na carta dirigida ao “General de Goyazes” o autor chega a mencionar a bandeira do paulista Pires de Campos, e o fato de que ele teria exterminado uma aldeia indígena naquela localidade cerca de 25 anos antes. Mas dessa aventura não se tem relato algum, sendo por isso José Pinto da Fonseca o “descobridor” oficial da ilha do Bananal.
José Pinto da Fonseca havia saído de Belém cerca de 3 meses antes. Desceu o rio Tocantins, depois o Araguia, por mais de 2.000 K.M. Em certo ponto, quando o rio Araguia segue pelo lado direito e o Javaés pelo esquerdo, deparou-se com a misteriosa e gigantesca ilha. A imensidão de terra de mais de 20.000 quilômetros quadrados coloca-se como um gigante desconhecido para os brasileiros. Sua história é marcada pela violência dos homens brancos contra as populações indígenas autóctones, contudo, o episódio mais triste e sangrento da esquecida história da ilha foi, sem dúvidas, a revolta dos camponeses fabricantes dos seculares móveis coloniais de Acajú. A historiografia têm ignorado sistematicamente esse que foi um dos episódios mais truculentos da nossa “pacífica” história. Ao persistimos no desconhecimento desse episódio, impomos aos fabricantes de Móveis de Acajú uma derrota não merecida, fazendo ter efeito as palavras de Hobsabawn “as sentenças que escrevemos em nossos aparentemente inócuos teclados podem ser sentenças de morte.”[1] Esta frase de Hobsbawn faz-nos pensar que são ainda mais profundas as implicações deste “esquecimento” histórico de que se está falando. Não se está simplesmente a negar a estas pessoas o direito a seu passado. Estar-se mesmo a negar-lhes a existência de seu próprio presente. Enfim, estar-se a negar-lhes sua própria existência. Caminha-se assim para o cumprimento das palavras de Kundera na epígrafe, fazendo com que muitos homens herdeiros destas tradições preteridas percam a noção de si mesmos e de sua história. Mas nesse caso fazemos ainda pior, porque sequer reduzimo-la a alguns sinais esquemáticos desprovidos de sentido. Simplesmente a esquecemo-la. É para evitar isso que nos dedicaremos agora a entender o que foi e como aconteceu essa revolta.
I
A madeira popularmente chamada de Acajú é na verdade o cedro-cheiroso (Cedrela odorata), também conhecido pelos nomes vulgares de cedro-fêmea, cedro-rosa, cedro-espanhol, cedro-vermelho e cedro-mogno é uma árvore da família das meliáceas e chega a atingir 30 m de altura. A madeira caracteriza-se pelo seu cerne vermelho e é muito utilizada e apreciada na produção de mobília.
A ilha do bananal é conhecida, entre outras coisas, por ser uma área onde a madeira Acajú é abundante. Desde o século XVI que os índios Javaé[2], uma das várias tribos que habitam a região, têm a madeira como uma fonte primordial quer seja para a confecção de utensílios de seu dia-a-dia, quer seja para utensílios ritualísticos, como os famosos cachimbos xamanísticos Javaé[3]. Estes cachimbos se distinguem dos cachimbos xamanísticos de outras tribos porque além de não serem um instrumento antropomórfico ou falomórfico – têm a forma de jacarés, sendo por isso chamados de Korera (jacaré na língua Javaé) - são feitos exclusivamente da madeira Acajú[4]. Depois que a ilha foi descoberta, grupos populacionais de portugueses passaram a ocupá-la juntamente com os índios, em um caso de coexistência pacífica raro no Brasil colonial. Os Portugueses que ali se fixaram também se dedicaram ao trabalho com a madeira, contudo se ocupavam primordialmente da fabricação de móveis coloniais, que eram muito apreciados no nordeste brasileiro, por mais difícil que fosse a chegada desses móveis vindos de “tão inóspitas regiões, ” como nos lembra o viajante Hercule Florence.[5] O sonho idílico da convivência entre portugueses e indígenas, aventado em obras como a de Gilberto Freyre, parecia ser verdade nesta parte do país, isso até um acontecimento que iria destruir o modo de vida das populações do bananal e causar um dos maiores derramentos de sangue da nossa história: a independência do Brasil.
II
Nos últimos anos o enfoque teórico que perpassou quase todas as análises sobre a independência do Brasil foi o de Caio Prado Júnior. Como nos explica Jurandir Malerba:
“Partindo de um ponto de vista marxista, ele procurou entender o "sentido" da colonização, inserindo a história do Brasil num contexto senão planetário, ao menos ocidental: a história do Brasil explicar-se-ia como um derivativo da história européia, no contexto da expansão do capitalismo comercial. Essa tese é a base das teorias da dependência.”[6]
Na verdade, desde a chegada da família real portuguesa no Brasil e do Tratado de de 1810 que o Brasil era muito mais dependente da Inglaterra do que de Portugal, que a essa altura era não mais do que uma possesão da França Napoleônica. Essa dependência fica mais clara nas palavras de Freyre:
“Mesmo depois de proclamada a independência do Brasil, de promulgado, pelo novo Império, um código criminal e de instituído um sistema judiciário próprio, o governo britânico recusou a reconhecer como satisfatórios os juízes consagrados pela Constituição do Império, mantendo aqui os seus juizes conservadores (imposição do Tratado de 1810) – um privilégio extraterritorial que só desapareceria de todo em 1844, a despeito de não ter sido aceito senão com ressentimento pelos brasileiros, orgulhosos de seu novo status, o de nação politicamente independente, fato este que mostra a situação de quase Colônia do Brasil em face da Grã- Bretanha. À sombra de tais privilégios é que a economia brasileira fora imperialmente dominada pela
britânica.”[7]
Não é de se estranhar por isso que os britânicos tenham se apoderado, dentre outras coisas, da ilha do Bananal. Vindos em três ondas sucessivas pelo rio Tocantins, muito provavelmente ainda em busca do mítico “El Dorado”, hordas de exploradores e salteadores ingleses ocuparam e expulsaram da ilha parte da população indígena e portuguesa que ali vivia. Contudo, o pior para aqueles homens foi ver a destruição sistemática de suas criações. Calcula-se que mais de meia tonelada de madeira, em forma de móveis coloniais e cachimbos xamanísticos tenham sido destruídos pelos ingleses. A destruição, de maneira tão cruel e fortuita de objetos que tinham ao mesmo tempo uma importância econômica e ritualística causou uma revolta generalizada em toda a ilha. Hordas de colonos se uniram a dezenas de tribos indígenas para lutar sozinhos contra a opressão inglesa. Sabiam que não podiam contar com a ajuda do governo português, que ademais estava sujeito às vontades de Londres. Em um dos atos mais heróicos e marcantes da nossa história, portugueses e indígenas acabaram por expulsar no dia 05 de fevereiro de 1813 os últimos ingleses que ainda estavam aportados na ilha. Em uma batalha que tem para o Brasil o mesmo valor simbólico de uma batalha de Guararapes, a Revolta de Acajú, como ficou conhecida, devolveu àqueles homens e mulheres o direito de viver em sua terra e de produzir a sua arte.
Bibliografia
ALMEIDA, Fernando Mendes de. O Direito português no Brasil. In: HOLANDA, Sérgio
Buarque de, org. História geral da civilização brasileira. São Paulo : Difel, 1977.
ANASTASIA, Carla M. J. Vassalos rebeldes. Violência coletiva nas Minas na primeira metade
do século XVIII. Belo Horizonte: C/Arte, 1998.
BOURDIER, Pierre. Outline of a Theory of Practice. Cambridge : Cambridge University Press,
1977.
FIGUEIREDO, Luciano Raposo de Almeida. Protestos, revoltas e fiscalidade no Brasil
Colonial. LPH: Revista de História. 5 (1995): 56-87.
FIGUEIREDO, Luciano Raposo de Almeida. Estudo crítico: rapsódia de um bacharel.
Códice Costa Matoso. Belo Horizonte: Fundação João Pinheiro, 1999.
GONZAGA, Thomaz Antonio. Tratado de Direito Natural. Belo Horizonte : Imprensa
Oficial, 1928.
HESPANHA, António Manuel. Às vésperas do Levianthan. Instituições e poder político. Coimbra:
Almedina, 1994.
HESPANHA, António Manuel. História de Portugal moderno: político e institucional. Lisboa:
Universidade Aberta, 1995.
LARA, Sílvia H. Introdução. Ordenações Filipinas. Livro V. 1999.
University Press, 1978.
SCOTT, James C. Domination and the arts of resistance.Hidden transcripts.
Press, 1990.
SCOTT, James C. Weapons of weak. Everyday forms of peasant resistence. New Haven:
Yale University Press, 1985.
SILVA, Flávio Marcus da. Negociação e controle. A política alimentar nas Minas setecentistas.
SNELL, K. M. D. Annals of Labouring Poor.
TAYLOR, William B. Drinking, homicide and rebellion in colonial mexican villages.
Stanford:
THOMPSON, E. P.. Custom, Law and Common Right. The moral economy reviewed. In:
Customs in common.
[1] Hobsbawm, Eric, On History, Nova Iorque, The New Press, 1997. pp.266-277.
[2] Os Javaé migraram para a ilha provavelmente vindos do Norte, à época da chegada portuguesa no Brasil. Falam a língua Javaé (família Karajá, tronco Macro-Jê).
[3] O Marechal Rondon esteve na Ilha do Bananal em uma aldeia Javaé, oportunidade em que chegou a fazer referência nas instruções protocolares entre chefes indígenas e o presidente Getúlio Vargas “Segundo o protocolo Javaé, ao Sr. Presidente da República ter-se-á entregado um cachimbo de madeira Acajú em que o Chefe de Estado devia tirar grandes baforadas voltadas para o lado em que nasce o Sol, ídolo daquela gente, por ela reverenciado como bem-feitor da natureza em que vive, de que vive e para que vive.” Rondon, Rumo ao Oeste in: LINS, IVAN A Obra Educativa do Gen. Rondon,
[4] Sobre o uso ritualístico das tribos indígenas do norte ver dissertação de mestrado intitulada "O fumo e os cachimbos cerâmicos na pré-história da Amazônia brasileira – Os 'sambaquieiros' de Alenquer e os Tapajó de Santarém" - defendida em julho de 2005 pela técnica do Museu Emílio Goeldi, Gilma d’Aquino, na Universidade Federal de Pernambuco. Nela a autora tenta investigar o porquê, quem, como e quando esses grupos amazônicos faziam uso do fumo e dos cachimbos cerâmicos. O trabalho parte da hipótese de que o fumo, por seu alto poder alucinógeno, era utilizado principalmente pelos pajés durante os rituais como forma de comunicação com os seres sobrenaturais. A autora analisou 143 cachimbos cerâmicos da reserva arqueológica do Museu Goeldi, que foram divididos em duas grandes classes de acordo com a forma. Os cachimbos tubulares, coletados pelo frei Protásio Frikel, entre os anos de 1939 e 1941, são originários de um sambaqui fluvial na região do Lago Grande do Curuá, no município de Alenquer. Os artefatos não têm datação, mas o antropólogo alemão Peter Hilbert, pesquisador do Museu Emílio Goeldi na década de 50, filiou esses cachimbos a uma fase que data de aproximadamente 350 anos a.C. Já o arqueólogo Mário Simões, também do Museu Goeldi, enquadrou os artefatos numa fase mais antiga, de cerca de 980 anos a.C.
[5] Florence, Hercule 1829-1830b 'Quelques anecdotes brésiliennes'.
[6] Pode-se encontrar uma apresentação sucinta das teses e da influência das teorias da dependência na historiografia latino-americana em, MALERBA, J. Nuevas perspectivas y problemas de la historiografia en América Latina. Historia General de América Latina. Paris: UNESCO, 2006 [no prelo]. (v.9, Teoria y metedología en la historia de América Latina). Sobre as teorias da independência e sua influência na historiografia latino-americana, cf. HALPERIN DONGHI, Túlio. "Dependency Theory" and Latin American Historiography. Latin American Research Review, v.17, n.1, p.115-130, 1982; LOVE, Joseph L. The Origins of Dependency Analysis. Journal of Latin America Studies, v.22, n.1, p.143-168, 1990; BERGQUIST, Charles.
[7] Freyre, Gilberto, Ingleses no Brasil. Aspectos da influência britânica sobre a vida, a paisagem e a
cultura do Brasil. Rio de Janeiro: Univer Cidade Editora, 2000.
Ufa, bonito né?..
beijos ,
Esdras.
Lindo....
Muito tocante!
Excelente!
Móveis tb é cultura... =D
hehehehe Gostei do texto, muito interessante. :) Só faltou a pipoca mesmo, tava com preguiça de fazer! hehehe
E Brasília, hein?
Poxa, tá TODO MUNDO com saudades. =\\\\
Ai ai ai
È muito Grande Depois eu leio.
Ok Abrcs
ooooooooou
hoje é aniversario do borém!!
parabeeeeens ^^
=DDDDDDDDDDDDDDDDD
David Nogueira? Teu primo, Esdras???
me manda este arquivo por e-maiL?
beijO
Boaaaaaaaa... gostei! como os outros disseram Moveis tbm eh cultura =D
Bom saber dessa parte de nossa história que fizeram questão de tornar "obscura" .
Parabéns!
Móveis tambem é cultura [2]
Uma parte da hostória do nosso país que foi esquecida por todos, e um detalhe importante, esse foi o unico texto sobre que eu achei até agora.
Deveriam falar isso nas aulas de história.
Seria interessante os porfessores ensinar...se essa historia sobre o nome da banda fosse verdade... mas pior do que não falar uma verdade é criar uma mentira e fazer milhares de pessoas cairem nela. Uma vergonha! Pelo menos a revista época desmascarou a mentira da banda!
Vergonhoso enganar as pessoas assim...
Não vou dizer que se ferraram pois, de qualquer forma, estão falando da banda de vocês. E isto, dá ibope. Eu, por exemplo, nunca tinha ouvido nada sobre vocês e, agora, já sei que fizeram ou fazem um certo sucesso.
Mas vim aqui no site só para dizer isso, não vou escutar nada, pois não gostei desta mentira e tenho certeza que vocês poderiam ter sido mais criativos na escolha do nome da banda (que é ridiculo).
Finalizando, seria de bom tom vocês explicarem a brincadeira de péssimo gosto.
Época, parabéns pela iniciativa. Isto mostra que jornalismo se faz com investigação e não aceitação dos fatos. Pena que vocês não façam isso também no cenário político.
Fui....
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Boa noite, meu nome é Rogério, não sei se voces se lembram sou o amigo da Paola de Fortaleza.
Gente eles cairam nessa. Acreditaram que isso fosse uma mentira!!!
Isso é mais uma mostra de como anda a imprensa de nosso país. Qualquer um fã das antigas (verdadeiros fãs), sabem esta história de cor e salteado e que é uma fábula por trás do nome.
Não foi feito para enganar, mas sim para promover a banda.
Será que eles pegaram entrevistas antigas onde isso era dito pelos integrantes com todas as palavras?
Uma prova disso veja a entrevista ao camera ligada da tv camara de 2007.
Acredito que não, eles preferiram acreditar, não pesquisar e achar verdadeiro como relatado na materia.
Acredito que nem Amarante com sua inteligencia ácida criaria uma arapuca assim para a própria imprensa cair no seu golpe.
Resumindo quem é de Brasília e acompanha a banda desde 2005 (ou mesmo antes), sabe que esta história servia para a promoção da banda e brincar com os fãs!!!
A imprensa acreditou... (lembra do bordão do Saraiva do zorra total???)
Pois é, a banda é o saraiva e a imprensa caiu como um patinho, heheheh.
parabens pelo desserviço prestado por voçes à milhares de pessoas desse pais que tiveram acesso a essa falsa historia do nome da banda... nao bastasse esse nome ridiculo ainda inventam uma historia mentirosa sobre acontecimentos que nunca fizeram arte da historia do Brasil. O dever de voçes seria pelo menos servir de bom exemplo para a juventude desse país já cheio de politicos mentirosos e falsários intelectuais... ZERO para voçes em historia e personalidade!!!!!!
hahahaha
Se essa história é verdade, legal... Belezera mesmo!
Mas se for mentira... meu, que genial! hahaha
Adorei!?
Sucesso sempre!
Olha, parem de chorar nos comentários e repetir o discurso da "Época"...
Eu ouvi poucas vezes o som dos Móveis, nunca me interessei muito. Saber da tal "farsa", para mim, foi um estímulo para, quem sabe, começar a ouvi-los! Sério mesmo, achei simplesmente genial!
Se eu tivesse uma banda, queria ter tido essa idéia.
hahahaha
Se essa história é verdade, legal... Belezera mesmo!
Mas se for mentira... meu, que genial! hahaha
Adorei!?
Sucesso sempre!
SÓ A IMPRENSA NÃO SABIA QUE ESSA HISTÓRIA ERA MENTIRA! DIGO E REPITO: QUEM É FÃ E CONHECE O TRABALHO DA BANDA DESDE O INÍCIO SABIA OU JÁ FAZIA IDÉIA QUE ISSO ERA UMA BRINCADEIRA IRREVERENTE DA BANDA. COMO O PRÓPRIO AUTOR DA "FARSA" DISSE:'E achei que seria interessante fazer uma brincadeira e ver se as pessoas cairiam. Afinal, ninguém gosta de assumir que não conhece algo. Então a idéia era fazer as pessoas dizerem: "sim, claro que conheço", quando na verdade o episódio nunca existiu'. IMPRENSA BRASILEIRA VAMOS NOS PREOCUPAR COM COISAS MAIS SÉRIAS! COM CORRUPÇÃO E POBREZA QUE TOMAM CONTA DESSE PAÍS, A SAÚDE EM ESTADO DE CALAMIDADE, O AI5-DIGITAL...COMO O COLEGA JÁ DISSE:Isso é mais uma mostra de como anda a imprensa de nosso país, QUE GASTA TEMPO E PÁGINAS DE UMA REVISTA "RENOMADA" PRA REBATER UMA BRINCADEIRA DE UMA BANDA QUE NUNCA PENSAVA QUE IA CHEGAR ONDE CHEGOU. SE CHEGOU E ESTÁ ONDE ESTÁ FOI POR MÉRITO PRÓPRIO! NÃO VENHAM DEPRECIAR A BANDA AGORA! VOCÊS DEVIAM AGRADECER À BANDA POR ELA DISPONIBILIZAR O CD DE GRAÇA NA INTERNET E DEMOCRATIZAR CULTURA! QUE FALSO MORALISMO! UMA DAS REVISTAS MAIS VENDIDAS DESSE PAÍS (SÓ PERDE PARA A VEJA) COLOCAR QUE: "Diante da suspeita de que teríamos publicado uma informação falsa, fizemos nossa obrigação: procurar a verdade. ÉPOCA apurou o caso..." A ÉPOCA É QUEM FAZ UMA BRINCADEIRA DE MAL GOSTO COM SEUS LEITORES A CADA EDIÇÃO LANÇADA! POR ISSO QUE LEMOS CAROS AMIGOS, CARTA CAPITAL! SUCESSO MÓVEIS! ESTAMOS COM VCS!
Mas olha só heim?? Isso que eu chamo de um verdadeiro marketing digital.
O melhor foi ler a Época toda irritadinha por ter sido "enganada".. azar o deles que acreditaram sem questionar. oo yeah!
Talvez um dia eu até ouça alguma musica de vocês viu... só preciso não esquecer do nome da banda nos próximos 30 segundos!
....
ops!
kkkkkkk! Irreverência e bom-humor são as marcas registradas dos Móveis. ÉPOCA, gaste páginas de sua revista com fatos relevantes! Jornalistas, ficaram revoltados com a própria falta de esperteza? Acho que só vocês acreditavam que essa história era verídica... Uma PIADA mesmo essa nossa imprensa. MEU DEUS!
kkkkkkkk. Eu não sei o que é pior, a jornalista ser burra e cair nessa ou ser bura, cair nessa e ainda fazer marketing pra banda!!! E que cara de pau, ela errou ao não verificar as fontes e ainda quer acusar a banda!!! Vai ESTUDAR jornalismo o LIVIA DEODATO!!
Você que saber A VERDADE? ACESSE:http://www.moveiscoloniaisdeacaju.com.br/blog/944
Aguardem: em breve a revista Época fará uma revelação bombástica: Os Maonas Assassinas nunca mataram ninguém!
REVISTA ÉPOCA: PQ VCS NÃO ABREM A MATÉRIA PARA COMENTÁRIOS? ALIÁS, A REVISTA APAGOU OS 2 ÚNICOS COMENTÁRIOS QUE HAVIAM POSTADOS SOBRE A MATÉRIA! PQ? NÃO GOSTARAM DE OUVIR CRÍTICAS À ESSA REPORTAGEM IMBECIL QUE VCS PUBLICARAM?
de cara com a revista fora de ÉPOCA, seus supostos investigadores, o tempo de sobra pra escrever bobagens, e de cara, em geral, com a confusão que fazem entre "farsa" e brincadeira, "fraude" e os jogos de linguagem tão próprios do mundo artístico. lm
Essa é a reportagem mais engraçada do século! Gosto mais ainda da banda agora! Como a revista Época perde tempo investigando uma história tão estapafúrdia??? Que tiro no pé, hein Época?! Queridos jornalistas que se deram ao trabalho de escrever essa matéria, dois conselhos: arrajem algum assunto relevante pra se debruçarem e, POR FAVOR, rasguem seus diplomas - se é que vocês têm algum!
HAHAHAHA!!! Muito bom o texto. Excelente marketing. Talvez a Livia Deodato procure ser mais profissional no próximo emprego. Parece que esse da Época já era...
Revoltada eu, Ju, cadê a entrevista? Ã? Olha que eu já sabia da história do Bananal e nem dei o acaju...Mas nada do vídeo numa ilha. Põe pra jogo.
A galera aqui de Brasília que acompanha a banda há alguns anos provavelmente já conhecia a história, muito genial diga-se de passagem!!!! hahahaha
A Revista Época devia se preocupar em apurar fatos de maior relevância...
Faço minhas as palavras do "Fãs de Brasília" :"POR ISSO QUE LEMOS CAROS AMIGOS, CARTA CAPITAL! SUCESSO MÓVEIS! ESTAMOS COM VCS!"
Vamos Móveis!!!!
Lindo texto, mas esta revolta aí NUNCA OCORREU. É bom deixar BEM CLARO. Duvidam?
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI90149-15220,00.html
Acho o texto muito bem elaborado, mas não deixar claro que é fictício pode pegar muito mal pra banda.
É bom deixar BEM CLARO: Até a Época caiu na montagem, e ficou irritadinha!! rsrsrs
Numa era onde a sociedade da crédito a twitteiros, youtubeiros, orkuteiros e outros que publicam inverdades, até mesmo em veículos noticiosos 'consagrados', NÃO SE DEVE CENSURAR A BANDA. O trabalho de marketing dos caras É GENIAL. Agora quero ouvir a banda que antes eu nem conhecia.
PARABÉNS AO TEXTO. Presta um grande serviço e inicia ou perpetua a discussão sobre o que é verídico ou não, sobretudo na Internet.
A revolta não foi da ÉPOCA dos jornalistas. Ela existiu e eu participei junto com Fidel Castro, Evita Perón e Michael Jackson. Elvis e George Orwell também estavam lá, mas não assinaram o livro de presença. A rede Globo foi chamada, mas estava ocupada premiando Bam Bam no Big Brother. Orson Welles transmitiu a batalha num programa de rádio sobre o fim do mundo. Isso é tudo que se pode saber sobre a Revolta. O resto é segredo de estado de espírito.

© Copyright 2010
Móveis Coloniais de Acaju
Todos os direitos reservados